| Irregularidades na AME/AC: sócios decidem acionar a justiça |
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| Escrito por Ricardo Bessa | ||||
| Sáb, 06 de Fevereiro de 2010 13:59 | ||||
Cerca de 150 militares compareceram a assembléia e decidiram pelo afastamento do presidente Reunidos em Assembléia Geral, na manhã dessa sexta-feira, no Clube dos Oficiais da Policia Militar e do Corpo de Bombeiros, os membros da Associação dos Militares do Acre (AMEAC) aprovaram o relatório que aponta supostas irregularidades na gestão da entidade. Na ocasião, os militares decidiram encaminhar as denúncias à justiça, com o pedido de afastamento do presidente Natalício Braga. Cerca de 150 militares compareceram ao local e os presentes decidiram pelo afastamento do presidente, mas como o Estatuto da associação prevê que para a tomada de decisões, o quorum mínimo deve ser de 1/3 dos associados - cerca de 7oo militares- a decisão não teve efeito imediato. No entanto, os militares formaram uma comissão, composta pelo sargento da reserva Antonio Rodrigues de Carvalho, o soldado do Corpo de Bombeiros Abraão Carlos Mota e a sargento da PM Maria das Candeias, que ficará responsável pela apresentação da denuncia ao judiciário. De acordo com o major Wherles Rocha, presidente do Conselho Deliberativo e responsável pela convocação da assembléia, já havia a previsão de que o quorum mínimo não seria atingido. “A metade dos associados são do interior e a maioria dos que estão na capital estão em escalas extras de serviço”, explicou. Porém, acrescentou que a reunião dos militares foi importante para que os sócios tomassem conhecimento das denúncias e dessem os encaminhamentos necessários. “O Conselho Deliberativo tem essa função e não podia deixar de dá ciência aos sócios do que está acontecendo”, destacou. Na assembléia, o estatuto da associação também foi questionado pelos sócios, que alegaram que dá forma que ele foi elaborado ele “blinda” a direção da entidade contra a vontade dos associados. “O presidente da Ameac é uma decepção, tenho uma preocupação de que tudo isso seja jogado para de baixo do tapete”, afirmou o capitão Mário durante a assembléia. Um ponto também levantado na reunião foi à mobilização para a mudança do regulamento. “É um consenso que o estatuto deve ser mudado. Mas isso, será decido em Assembléia convocada especificamente para esse fim” finalizou Rocha. Entenda o caso – De acordo com o relatório votado durante a assembléia, no período de três meses a Ame gastou em torno de R$ 9.200 mil de combustível, sendo que o presidente não apresentou as requisições, placas dos veículos e quem foram os beneficiados. Além disso, o documento demonstra que a associação gastou cerca de R$3.800 com gasolina, no entanto a caminhonete utilizada pela entidade funciona a diesel. Foto:Gleyciano Rodrigues, do site Agazeta.net |








